A poluição espiritual de uma nação

Examinar o quadro íntimo da história brasileira depois do combate íntimo exposto publicamente pelos membros da suprema corte constitucional de nosso País, nos deixa com a sensação, também íntima, de que estamos olhando para uma ferida em franca efervescência purulenta, desperfumando o conteúdo espiritual de todo um povo. Contudo, ele também pode ser visto como um desastre carregado de motivos professorais que nos ensinam a ser diferentes deles.
Momentos assim já mancharam a biografia de muitos povos os quais souberam se colocar a cavaleiros de golpes à decência de instituições de influência nacional. E o tempo nomeou os infratores oportunistas e os colocou nos mais baixos patamares do respeito histórico, pondo-os a repousar em
comunhão com os “malditos para sempre”.
Muitos detentores de poder convivem com detritos morais tão fortes que sacrificam, em si mesmos, fundamentos de comportamento que sustentam, já por séculos, a estrutura racional dos seres humanos. São anomalias, cuidadosa e tristemente guardadas na escuridão do medo e do desprezo.
Porém, os algozes da generosidade funcional pública são perseguidos pelo tempo e no ajuste de seu proceder, padecem sob o ranger de seus próprios dentes. O motivo é que eles são exceções, filhos da falta de sorte, enquanto a maioria da população que envergonham e prejudicam está composta por gente honesta, que zela pelo decoro das Instituições sacramentadas pela nossa Constituição. E essa gente somos nós, que vamos examinar as cicatrizes das lesões que hoje sofremos, não mais do que como um borrão nos valiosos méritos que nosso Pais ostenta.
O conteúdo aqui colocado, é de inteira responsabilidade do colunista.























































Comentários