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Ciência a serviço de Gramado: UFRGS e Defesa Civil unem forças em estudo de Áreas de Risco

  • Foto do escritor: Tela Tomazeli | Editora
    Tela Tomazeli | Editora
  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

CHUVAS - Com foco na prevenção e na segurança da comunidade, pesquisadores da universidade federal estiveram na Linha Pedras Brancas para analisar os impactos das chuvas e planejar o futuro do território.


A paisagem de Gramado, conhecida por sua beleza exuberante, também exige um olhar atento e técnico sobre sua geologia. Nesta terça-feira (13), a cidade deu um passo importante para fortalecer sua resiliência climática. Uma equipe de especialistas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) realizou uma visita técnica estratégica em parceria com a Defesa Civil municipal.



O foco: Linha Pedras Brancas

O grupo, formado por professores e pesquisadores do Instituto de Geociências e do Laboratório de Sensoriamento Remoto da UFRGS, concentrou seus estudos na localidade de Linha Pedras Brancas. A região foi uma das mais castigadas pelos deslizamentos de terra durante os eventos climáticos extremos de maio de 2024.


Mais do que apenas observar o solo, a equipe promoveu uma escuta ativa com os moradores. Essa troca de informações entre o conhecimento acadêmico e a vivência de quem sente os efeitos do clima no dia a dia é fundamental para criar soluções reais de mitigação de riscos.



Ciência que Vira Política Pública

A coordenadora da Defesa Civil de Gramado, Juliana Fisch, destaca que essa união entre a prefeitura e a universidade eleva o nível de proteção da cidade.


"A colaboração com a UFRGS fortalece o embasamento técnico das nossas ações e qualifica o planejamento de políticas públicas, especialmente diante dos impactos cada vez mais evidentes das mudanças climáticas", pontua Juliana.



Quem está à frente do estudo?

A comitiva formada por pesquisadores da área de geológica e geomorfológica brasileira esteve composta por:

  • Prof. Ruy Paulo Philipp e Prof. Clódis Andrades Filho;

  • Pesquisadores: Peter Klaus Hillebrand e Lorenzo Mexias.



O que acontece agora?

Os dados coletados em solo gramadense agora seguem para análise laboratorial. O objetivo é que esses levantamentos subsidiem novas pesquisas e, principalmente, gerem recomendações técnicas diretas para a gestão municipal. Na prática, isso significa uma Gramado mais preparada para responder a eventos climáticos e um planejamento urbano mais seguro para todos.



Crédito: Divulgação
Crédito: Divulgação


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