top of page

GRAMADO Magazine

  • Instagram Gramado Magazine
  • Facebook Gramado Magazine
  • YouTube Gramado Magazine

A memória da Terra

  • Foto do escritor: Crônicas de Leitura Akáshica
    Crônicas de Leitura Akáshica
  • há 8 minutos
  • 7 min de leitura

 



Uma energia que revitaliza

Os arcturianos se aproximam trazendo o que parece uma luz líquida, densa e viva. Não é uma veia física que a recebe, mas um canal energético, ativado na altura do timo, próximo à tireoide, onde um chakra sutil absorve e distribui essa energia vital por todo o corpo.


Eles explicam que, quando alguém vive um processo tão profundo de liberação e desenvolvimento espiritual como Ella tem vivido, abrem se espaços internos. Esses espaços precisam ser preenchidos com cuidado, para que continuem servindo ao seu caminho de evolução.


A energia desce pela coluna vertebral, entrando pela região cervical e espalhando se como um brilho suave que acompanha as costelas, alcança o cóccix, segue pelo quadril até os joelhos. Os anéis cantantes se movem, organizando esse fluxo com delicadeza.

 


O corpo em transformação

Os guias explicam que o cansaço e a sensação de leveza vazia que Ella tem sentido não são sinais de algo errado. São o reflexo natural de uma sutilização profunda, a passagem de uma energia mais densa para uma frequência mais elevada. É como subir rapidamente para uma grande altitude: o corpo simplesmente precisa de tempo para se estabilizar.


Ella tem vivido entre dois mundos, uma vida bastante terrena, dedicada e intensa, e uma vibração cada vez mais elevada. Esse trânsito constante entre frequências explica a sensação ocasional de desequilíbrio, e também as noites em que acorda no meio da madrugada, sentindo o corpo buscar um novo ponto de estabilidade.


Os guias tocam ainda numa questão hormonal, associando a mudança não a um ciclo específico, mas a uma equalização natural do sistema, à medida que o corpo acompanha essa nova frequência. Eles lembram, com carinho, que o corpo físico também é química, e que a química se transforma junto com a consciência.

 


A autonomia que já floresceu

Aqui vem uma mensagem bonita: Ella já não depende tanto de ajuda externa para cada oscilação que sente. No início do seu caminho, qualquer sensação desconhecida levava à busca imediata por auxílio. Hoje, já reconhece seus próprios movimentos internos e sabe como restabelecer o próprio centro, através das práticas que já domina.


As meditações que pratica não trazem informações desconhecidas, dizem os guias. Elas reconectam Ella a um saber que já habita suas próprias células, esperando para ser lembrado.

 


O convite ao autoperdão

Os guias tocam, com muito cuidado, em situações vividas em outras existências, situações que, à luz do julgamento humano, chegaram a ser consideradas difíceis ou erradas. Eles explicam que, à medida que se compreende como tudo funciona, percebe se que não existe o bem e o mal do jeito rígido como certas tradições ensinam. Existe energia, vibrando entre diferentes polaridades, e experiência, sempre a serviço do crescimento.


A intenção de trazer essas lembranças não é reforçar a autocondenação. É abrir espaço para o autoperdão e o autoacolhimento. Tudo o que foi vivido fez parte de uma jornada necessária, e agora, com consciência renovada, novos caminhos podem ser escolhidos livremente.

 


Uma viagem aos registros antigos

A Facilitadora pede então aos guias que a levem, dentro do registro de Ella, a um lugar que traga mais compreensão sobre este momento. Sobe, e uma porta se abre para um andar diferente, não o registro pessoal, mas um espaço de memórias muito antigas, guardado por corredores com diversas portas.

Dois guias a acompanham, um de cada lado. Juntos, chegam a uma sala com uma mesa em formato de L e um equipamento que lembra um computador, mas de luz, quase holográfico. Uma gaveta se abre, revelando placas parecidas com cristais de selenita, como se fossem discos de uma tecnologia muito além da nossa. Uma dessas placas é inserida no equipamento, e as primeiras imagens começam a surgir.

 


Tempos muito antigos

As primeiras cenas mostram um mundo verde e úmido, os primórdios da vida na Terra, seres em plena transição. A Facilitadora pergunta  se está diante dos * Anunnaki, e a resposta é sim.


Os guias explicam que os Anunnaki, em sua essência, não eram seres de má intenção. Vieram à Terra em busca de um minério precioso, aqui conhecido como ouro, para fechar fissuras que ameaçavam o equilíbrio do seu próprio mundo. Não sabiam, ainda, que essas fissuras faziam parte do processo natural de evolução daquele lugar, e por isso permaneceram aqui por muito tempo, explorando, sem conseguir resolver o que buscavam.


Alguns, cansados e sem conseguir retornar para casa, passaram a interferir na formação de seres que já existiam na Terra. É uma história que a ciência ainda não reconhece completamente, mas que, segundo os guias, ajuda a explicar algumas lacunas da própria teoria da evolução.

 


Os pequenos guardiões da Terra

Antes mesmo dessa exploração, já existiam na Terra seres que viviam em harmonia nos mundos intraterrenos: pequenos, elementais, guardiões silenciosos do fluxo de energia do planeta. Eram responsáveis por manter o equilíbrio dos veios de energia, cristais e minérios que sustentam a vida na superfície, como se fossem parte da circulação vital da própria Terra.


Quando os Anunnaki chegaram, esses pequenos seres, atentos a uma antiga profecia sobre o possível colapso do planeta, passaram a desviar caminhos e proteger os veios mais preciosos, cuidando da Terra com sabedoria e discrição.

 


Onde a história de Ella começa

É neste ponto que a jornada dela se encontra com essa narrativa. Em uma grande assembleia desses pequenos seres, foi decidido enviar alguns deles à superfície, para compreender, de perto, as intenções dos recém chegados, enquanto outros desviavam os veios de minério, conduzindo os exploradores para longe do que buscavam.


Ella foi uma dessas almas voluntárias.


Um dos requisitos para essa missão era esquecer, por um tempo, a própria origem, para que a Terra, que ainda não vibrava em frequências elevadas, pudesse seguir seu processo sem sobrecarga energética. Assim, ao chegar à superfície, parte da sua memória foi cuidadosamente resguardada, um processo que os guias descrevem como uma espécie de pausa consciente, e não uma perda definitiva.

 


Uma vida vivida em busca de si

Aos poucos, Ella foi se distanciando de quem verdadeiramente era. A vida na superfície era exigente, cheia de desafios, e sem acesso direto à consciência elevada que fazia parte da sua origem. Ainda assim, uma parte dela, mesmo sem saber conscientemente, sentia que havia algo maior a realizar. Essa intuição, ainda não compreendida, trouxe consigo, por vezes, uma sensação de vazio e de busca, um convite silencioso para reencontrar o próprio centro.


Mais tarde, com a chegada da consciência crística, trazida pelas conexões com os Pleiadianos em Lemúria, essa centelha começou a se reacender dentro dela. Foi um tempo de reencontro gradual, ainda que por vezes confuso, entre o que sentia e o que vivia.


Os guias são claros ao dizer que Ella não precisa se condenar por nada do que viveu nessas existências. Tudo fez parte de um projeto ao qual se voluntariou por amor, com generosidade, mesmo sabendo que o caminho de volta exigiria tempo, paciência e compreensão.

 


A abertura de cinco por cento

A Facilitadora pergunta o que pode ser feito para apoiar Ella agora. A resposta é gentil: uma pequena parte dessa memória será suavemente reaberta, algo em torno de cinco por cento, o suficiente para trazer clareza, sem sobrecarregar o sistema.


Essa abertura não trará lembranças específicas, como se fosse contar uma história linha por linha. Trará, sim, novas frequências: uma elevação da autoconsciência, informações que simplesmente serão sabidas, sem necessidade de estudo, da mesma forma como ela já carrega, intuitivamente, conhecimentos que nunca precisou aprender nos livros.


O resultado esperado dessa abertura é uma sensação renovada de pertencimento, de ancoragem, de conexão, o oposto do sentimento de deslocamento e solidão que a acompanhou por tanto tempo.

 


O fechamento, em paz

Os guias explicam que, nesse patamar dos registros, tudo acontece de forma quase imediata: a intenção já é, em si, a manifestação. A abertura de cinco por cento já aconteceu, e vai reverberar suavemente pelo sistema de Ella até alcançar também o corpo físico, trazendo, num primeiro momento, talvez um pouco mais de cansaço, que pede descanso e gentileza consigo mesma.


Antes de encerrar, chega uma última orientação: que ela mantenha viva essa conexão com os seres intraterrenos, pois eles são parte da sua história e da sua família espiritual, e seguirão trazendo, cada vez mais, uma sensação de aconchego e de pertencimento ao todo.


Os Registros Akáshicos de Ella foram fechados.



"Fico apenas com o que é meu, e você fica com o que é seu."

 


Crônica escrita a partir da leitura do Registro Akáshico realizada em maio de 2025, sobre o tema "Memórias da Terra", com foco em limpeza de padrões.  Leitura: Tanea



Maristela Bordin Tomazeli é Facilitadora na Leitura de Registros Akáshicos, com formação no Templo Divino .




Nota sobre os Anunnaki

Os Anunnaki são divindades da mitologia suméria, uma das civilizações mais antigas da humanidade, que se desenvolveu na região da Mesopotâmia, atual sul do Iraque, por volta de 4.000 a.C. Nos textos antigos, eram vistos como divindades ligadas à criação do mundo e à origem dos seres humanos, com destaque para o deus Enki, que em várias versões da lenda cria os humanos a partir do barro, para que servissem aos deuses.


A ideia de que os Anunnaki teriam vindo das estrelas em busca de ouro é uma interpretação mais recente. Foi o autor Zecharia Sitchin quem popularizou essa leitura, descrevendo os Anunnaki como uma raça vinda do planeta Nibiru, que teria vindo à Terra na antiguidade para extrair ouro e influenciar o desenvolvimento humano. É essa a versão simbólica que costuma aparecer nas canalizações e leituras akáshicas contemporâneas, incluindo esta.


Vale lembrar que essa interpretação alienígena não encontra respaldo na arqueologia ou nos textos antigos: os Anunnaki são descritos exclusivamente como divindades dentro do contexto religioso da Mesopotâmia, sendo a leitura extraterrestre uma criação moderna. Aqui, o que importa não é validar uma versão histórica ou outra, mas acolher o símbolo: uma antiga história sobre exploração, esquecimento e retorno, que ajuda a compreender a jornada de Ella através dos registros.


Fontes:

Notícias Recentes

bottom of page